Que bom ver voce por aqui! Deus o abençoe.

"O Senhor teu Deus esta no meio de ti,"

Que conforto maravilhoso saber que Deus esta em nosso meio.
Foi o que Cristo ensinou ao seus discipulos na narrativa de Mateus 8. 23 - 27.
Se os discipulos realmente vivessem a fé, não se intimidariam com a tempestade
que surrava o barco; a presença de Cristo, mesmo dormindo seria o bastante para
encorajar os corações daqueles homens.


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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O NOSSO PLANETA




Jó 28:5 - A Terra... em baixo é revolvida como por fogo

II Pedro 3:10 - Os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a Terra, e as obras que nela há, se queimarão

Terra que nós habitamos é, no dizer dos cientistas, uma bola de fogo envolvida por uma crosta de matéria sólida, proporcionalmente mais fina do que a casca de um ovo. Somente a algumas dezenas de quilômetros, sob os nossos pés, ferve um magma incandescente.

Se pensarmos ainda nas enormes pressões que provocam a desagregação, pelo interior, desta fina camada, fica explicada a causa de tanto dos abalos sísmicos, sacudindo, por vezes, certas regiões do nosso planeta, como dos vulcões, que são fendas da crosta terrestre, por onde se escapam os elementos em fusão.

Tais catástrofes são, na verdade, muito terríveis. Mas deixai-nos dizer-vos que o mundo inteiro é como um grande vulcão. «Os céus e a Terra que agora existem, estão reservados, pela Palavra de Deus, para o fogo» (II Pedro 3:7). Este decreto é irrevogável. O mundo está em vias de se tornar num lodaçal de corrupção de tal ordem que em breve virá o dia em que Deus subitamente lhe porá fim.

Não há senão um refugio para o homem: é em Jesus. Aquele que foi crucificado oferece gratuitamente a cada um uma mensagem de salvação. Bons ou maus, despertai, arrependei-vos, deixai as vossas ilusões, as vossas discussões, o vosso orgulho. Aprendei a conhecer o Cristo, Filho do homem e Filho de Deus. Vinde dizer-Lhe: Eu estou perdido... Tu és o meu Salvador.

Sim, vós, os que ledes estas linhas, quem quer que sejais, despertai para o Evangelho, porque DORMIS SOBRE UM VULCÃO!


Caráter




Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo, e nada disponhais para a carne, no tocante às suas concupiscências. Rom. 13:13 e 14.
Enquanto eu cursava a faculdade, Walter B. Clark era o preceptor dos rapazes. Certa noite, enquanto dirigia o culto, ele disse: "O caráter é aquilo que você é no escuro." Ele poderia ter acrescentado: "E também o que você é de dia, quando acha que ninguém está olhando.”

Vários anos atrás, John Gosson se dirigia de moto a uma oficina de carros em Syracuse, Nova Iorque. Ele havia lido o anúncio de uma Honda; queria dar uma olhadinha e, quem sabe, comprá-la. Sem que ele o percebesse, o vento abriu o bolso de sua jaqueta, que continha 7.500 dólares - suas economias dos últimos sete anos.

As notas se espalharam pela rodovia. Os motoristas que passavam, pararam e se serviram daquela "chuva de dinheiro". Um motorista honesto, que conseguiu recolher 3.120 dólares, devolveu-os a Gosson. Outro, contudo, acrescentou um insulto ao dano, não apenas por ficar com o dinheiro que havia recolhido, mas ainda mandando ao infeliz jovem um cartão postal ofensivo, no qual se gabava de ter passado "férias pagas" na Califórnia. O cartão dizia: "Eu me senti no sétimo céu, juntando e guardando aquele 'troquinho' na rodovia, o qual, segundo descobri, pertencia a você."
Caráter de Prata Refinada
Vai sentar-se, como o purificador de prata, vigiando com atenção, até que todo o refugo tenha sido queimado. Purificará os levitas, os servos de Deus, e os limpará como se limpa o ouro e a prata. Assim, eles servirão a Deus com corações puros. Mal. 3:3 (A Bíblia Viva).
A parte de trás de objetos feitos com prata da melhor qualidade em geral traz estampada a palavra "sterling" (esterlina). Você sabe como se originou a palavra "esterlina"?

Segundo Walter de Pinchebek, que viveu por volta do ano 1300, havia na cidade de Hanse, no norte da Alemanha, um estabelecimento mercantil chamado Easterling. Os sócios dessa firma eram reconhecidos como sendo tão íntegros em suas transações, que receberam privilégios especiais no comércio e nos bancos. Os comerciantes da filial inglesa dessa firma obtiveram permissão para cunhar moedas com seu próprio nome. Essas moedas eram cunhadas com a palavra "Easterling". Compunham-se de 92,2% de prata e menos de 8% de liga (esta última era necessária para evitar que a prata se desgastasse muito rapidamente). Por fim, a palavra Easterling foi encurtada para "sterling" (esterlina) e daí em diante toda prata que atinge essas especificações passou a ser marcada como esterlina.

No verso de hoje, o Senhor é retratado como refinador de metais preciosos. Os refinadores de ouro e prata dos tempos bíblicos são descritos como estando assentados diante de uma fornalha, observando atentamente o processo de purificação, para que nada se perdesse do precioso metal (ver Isa. 1:25). Para que o resultado fosse o melhor, o refinador não aplicava calor de mais nem de menos. Quando o minério chegava ao ponto de fundir-se, a escória era removida sem danificar o precioso metal.
Deus freqüentemente usa provas que parecem "ardentes" para refinar o nosso caráter. Como o salmista diz:
"Tu nos colocaste no fogo para nos purificar, como se faz com a prata." Sal. 66:10 (A Bíblia Viva).

 “Esterlina" está para a prata assim como "cristão" deve estar para o caráter.

sábado, 22 de outubro de 2011

A vida continua


O SEU NOME JÁ ESTA ESCRITO NO LIVRO DA VIDA?

“Que bobagem. Como a vida pode continuar, depois de eu estar no caixão e enterrado a sete palmos de terra?! Após a morte acabou tudo”.

Realmente é assim? Você tem certeza absoluta de que não há vida após a morte? Ou, em seu caso, a situação descrita abaixo é verdadeira:

“Uma pessoa incrédula disse certa vez: ‘há certa preocupação que me tira toda a diversão da minha vida’. ‘E o que seria?’ perguntou seu amigo. ‘Eu tenho receio de que a Bíblia tem razão. E se for o caso, estamos fritos”.

A Bíblia tem razão. Nós queremos ajudá-lo, para que você não se iluda construindo sobre o fundamento errado e, no fim de sua vida, descobrir que seu nome não está no livro da vida. Em Apocalipse 20,12 e 15 esta escrito: “ Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então se abriram os livros. Ainda outro livro foi aberto, o livro da vida, foi aberto.

E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros. E, se alguém não foi achado inscrito no livro da vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo”.

Há vida após a morte e a pergunta mais importante é: O seu nome já esta escrito no livro da vida?

Caso não esteja, você esta no caminho que leva a condenação eterna. Mas sua vida pode continuar de uma forma maravilhosa, mesmo que no momento você tenha muitos problemas e tenha que lidar com situações onde não vê nenhuma perspectiva. Procure ajuda na pessoa de Jesus Cristo e confesse os seus pecados a ele e diga-o que quer continuar a vida com ele.

Aceite Jesus na sua vida. Tudo se resolverá, e o melhor está a sua espera: a eternidade sem dores, sem sofrimentos e sem lagrimas. E você se alegrará do fato que seu nome esta escrito no livro da vida.

Aceite a maior oferta de sua vida: Jesus Cristo.

Disse-lhe Jesus


Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6

Nem tudo o que é bom é de Deus, mas, tenha certeza, tudo o que é de DEUS é bom.

Ainda que seja tristeza, com Deus, é melhor do que sofrer no mundo. Se você sente tristeza, por saber que está separado de Deus, hoje, saiba que todos nós, somos pecadores, nascemos da semente do pecado, antes de praticarmos qualquer obra, ou de termos consciência de qualquer juízo;por causa do pecado que entrou no mundo, o pecado que nos separa de Deus.

Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Romanos 3:23

Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer.  Romanos 3:10

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 6:23

Mas, o plano perfeito de Deus, não era esse...
Foi o homem quem pecou, quando deixou-se enganar e desobedeceu às ordens do seu Criador. 

Deus em sua infinita misericórdia, enviou Seu Filho Amado, para morrer em nosso lugar. 

Assim como, pela lei, só havia remissão dos pecados através do sangue em sacrifício a Deus. Jesus se entregou como sacrifício por nós.

E isto vos será por estatuto perpétuo, para fazer expiação pelos filhos de Israel de todos os seus pecados, uma vez no ano. E fez Arão como o SENHOR ordenara a Moisés. Levítico 16:34
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,1 Pedro 1:3

Deus demonstra seu grande amor, para conosco, sendo ainda pecadores. 

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.  João 3:16
Jesus entregou sua vida, como sacrifício vivo, para nos salvar, ressuscitou e nos dá vida eterna.            

Ora, o Deus de paz, que pelo sangue da aliança eterna tornou a trazer dos mortos o nosso Senhor Jesus Cristo, grande pastor das ovelhas,  Hebreus 13:20

A tristeza do arrependimento, é uma coisas boa, na verdade, maravilhosa. Pois, produz as condições de abandono das coisas desse mundo, de reconhecimento, de que, sem Jesus estamos mortos em nossas ofensas e separados de Deus. Mas, através de Jesus somos feitos filhos de Deus e temos a certeza da salvação.


Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte. 2 Coríntios 7:10

Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento. Lucas 15:7
Muitos caminhos parecem bons, mas só um caminho conduz  a Deus: JESUS

Para onde você quer ir?

Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte. Provérbios 14:12
Todo caminho do homem é reto aos seus olhos, mas o SENHOR sonda os corações.


Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6

sábado, 10 de setembro de 2011

O Grande desinteresse brasileiro por missões Evangélicas




 “Todo cristão que não é missionário é um impostor”

Na mesma época em que se projetava um desenvolvimento glorioso para a economia nacional – o chamado “milagre econômico” dos anos 1960 e 70 –, outro setor do país, a Igreja Evangélica, também experimentava tempos de intensa euforia. Abarrotadas de jovens atraídos por uma mensagem cristã atenta aos seus anseios, as congregações faziam planos dourados para o futuro. A idéia geral era transformar o país no celeiro da obra missionária global. Difícil era encontrar igreja que não tivesse um departamento de missões e planos de enviar obreiros para ganhar o mundo para Cristo. A mensagem escatológica, então em alta nos púlpitos, era uma só: pregar o Evangelho a toda criatura, a fim de que o Senhor voltasse depressa. Organizações missionárias surgiam a cada dia, atraindo gente que desejava dedicar a vida à boa obra.
No entanto, neste início da segunda década do século 21, o que se nota é que, se tudo não passou de mero entusiasmo – os números vigorosos da presença missionária brasileira mostram que não –, a situação atual é bem diversa daquela que a geração anterior projetou. Missão rima com visão e ação, e as duas palavras andam bem distantes da maioria das igrejas evangélicas brasileiras, segundo especialistas em missiologia. Mesmo com o acelerado crescimento numérico dos que professam a fé evangélica no país, que seriam quase 20% dos brasileiros de acordo com projeções baseadas em dados oficiais, o envolvimento dos crentes nacionais com a obra missionária, em todas as suas instâncias – seja social ou evangelística –, segue a passos bem mais lentos.
O conhecimento das demandas missionárias é exposto em cada campanha ou congresso. Testemunhos são derramados nos púlpitos, levando a muita comoção e decisões pessoais. Passado algum tempo, contudo, os compromissos assumidos por um maior envolvimento com a obra de evangelização e intervenção social se esfriam e a missão de alcançar o mundo com o amor de Cristo fica a cargo dos missionários de carreira – isso quando obreiros enviados não são simplesmente esquecidos no campo. “Infelizmente, o jargão de que cada cristão é um missionário está sendo esquecido. A ênfase em muitas igrejas é pelo crescimento da congregação local”, atesta o professor Diego Almeida, docente do mestrado em missiologia do Seminário de Educação do Recife (PE).           “O serviço acaba concentrado nas mãos de profissionais.”
Para o pastor José Crispim Santos, promotor setorial da Junta de Missões Mundiais da Convenção Batista Brasileira (CBB) – uma das maiores organizações missionárias do mundo, com mais de 600 obreiros no campo –, a Igreja brasileira está bem inteirada acerca dos desafios missionários da atualidade, mas as ações ainda não são suficientes para o tamanho deles. “Há muitas agências missionárias divulgando o tempo todo, além da mídia que noticia fatos que demonstram o sofrimento humano, físico e espiritual ao redor do planeta. Nossa avaliação é que, diante deste cenário de grande carência espiritual, a Igreja tem dado sua contribuição – entretanto, isso é insuficiente, quando a missão é, de fato, tornar Cristo conhecido em toda a Terra”.

DISCURSO E PRÁTICA

O que parece evidente na paradoxal situação da Igreja evangélica brasileira, um contingente com enorme potencial humano e financeiro, mas pouco utilizado quando o assunto é o “Ide” de Jesus; é que a miopia missionária passa pela liderança – uma barreira difícil de ser transposta, conforme relatado por gente que trabalha em ministérios e departamentos específicos. Essa tendência à inação, alimentada pela valorização de outras prioridades, acaba contaminando o rebanho. Quando a visão do líder não passa das paredes do templo, dificilmente a igreja desenvolve alguma intervenção importante, até mesmo em sua comunidade. “De fato, quando o dirigente tem visão e é entusiasmado com a obra missionária, a igreja tende a acompanhá-lo. Da mesma forma, o inverso é verdadeiro. Entretanto, há algumas exceções; quando a igreja possui promotores de missões, esses batalhadores realizam verdadeiros milagres”, continua Crispim.
Acontece que a própria estrutura de funcionamento das igrejas, muitas vezes baseado em decisões de poucas pessoas, quando não apenas de um líder centralizador, torna ainda mais difícil o convencimento de que a missão é de toda pessoa que um dia recebeu a Cristo como Salvador. “Dentro do atual quadro religioso brasileiro, creio que o nosso exacerbado clericalismo é um enorme obstáculo para uma compreensão e prática da obra missionária em termos de missão integral”, atesta o professor de teologia e história eclesiástica da Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo, Paulo Ayres. Mas as barreiras para se desenvolver uma ação missionária mais eficiente, ainda que possam nascer no clero, também são agravadas pelo perfil do crente contemporâneo. “Hoje, grande parte dos membros de nossas congregações é constituída mais por assistentes passivos e clientes em busca de produtos religiosos do que irmãos e irmãs na fé com forte compromisso e prática missionárias, especialmente em suas atividades cotidianas no mundo secular onde vivem e trabalham”, avalia o religioso, que é bispo emérito da Igreja Metodista do Brasil.
No seu entender, a Igreja tem utilizado estratégias equivocadas. Por outro lado, Ayres lembra que é muito mais cômodo terceirizar o compromisso missionário do que executá-lo pessoalmente, ainda que a missão específica possa ser realizada no próprio bairro onde se reside. “É mais cômodo contribuir para enviar um missionário ao Cazaquistão ou a Guiné-Bissau do que ir pessoalmente, no poder do Espírito Santo, trabalhar como voluntário no Piauí ou na Cracolândia, em São Paulo, ainda que seja por um curto período de tempo, como evangelista, obreiro com crianças, dentista ou trabalhador social”, comenta. Assim, além da omissão do Corpo de Cristo por falta de conhecimento ou disposição, a Igreja corre riscos de ter seu trabalho missionário hipertrofiado na medida em que se transmite toda a responsabilidade do serviço cristão para as agências especializadas – um problema acentuado principalmente em comunidades de fé ligadas a grandes associações missionárias.

MOBILIZAÇÃO

Do tripé normalmente exposto nos eventos temáticos de missões (“contribuir, orar e ir”), em geral só se desenvolve mais efetivamente o primeiro, e ainda assim em patamares muito abaixo do que as igrejas poderiam fazer. Um levantamento feito pela Missão Horizontes apontou que o investimento médio per capita  do crente brasileiro em missões durante um ano inteiro é menor do que o preço de uma latinha de Coca-Cola – algo em torno de irrisórios R$ 2,50.  Para o missionário e pastor batista Ricardo Magalhães, que atua em Portugal a serviço da Missão Cristã Européia ao lado da mulher e também obreira Priscila, a escassez de investimento no setor missionário está mais atrelada à falta de visão do que de recursos. “De maneira geral, a Igreja brasileira não tem problemas com finanças, porque ela sabe se mexer para gerar fundos quando quer e para o que quer. E isso, quando se sabe que não há falta de pessoas querendo ir aos campos: inúmeros missionários só aguardam recursos para ir”, completa. Assim, o aspecto da oração, sem a visibilidade e sem o apelo de outros ministérios da igreja, fica naturalmente reduzido a pequenos grupos.
De olho na mobilização da igreja para orar, uma das ações das diversas organizações missionárias é publicar sempre em seus boletins os motivos de intercessão nos campos, pelos missionários e pelos desafios a serem superados. A JMM já utiliza até mesmo mensagens de SMS para pessoas cadastradas, que recebem torpedos com pedidos urgentes de intercessão. Já o terceiro passo, o de ir, é o maior desafio. Seja para pequenas viagens missionárias ou para partir definitivamente rumo ao campo, entre o desejo, o chamado, a preparação e a missão há de fato uma longa trajetória geralmente não concluída. Não são poucos os casos de vocações que se esfriam até mesmo dentro dos seminários, ou de leigos envolvidos com a obra serem sufocados com o ativismo religioso. É gente bem intencionada que acaba direcionando seu tempo, recursos e esforços mais para dentro do que para fora da igreja.
“As comunidades evangélicas têm caído em um dos dois extremos: ou elas se fecham a um diálogo com a sociedade ou se abrem excessivamente para uma vontade popular, abraçando um discurso econômico de prosperidade”, sustenta o missionário Alesson Góis, da Igreja Congregacional, que coordena o ministério independente Vidas em Restauração (VER). “O mundo não precisa de um cristianismo pregado, mas vivido. Todo cristão que não é um missionário é um impostor, pois é muito egoísta receber toda a graça e amor de Deus e não compartilhá-los com o próximo”. Envolvendo cerca de 60 jovens de diversas denominações, entre batistas, presbiterianos, congregacionais e membros de igrejas diversas como a Assembléia de Deus e a Sara Nossa Terra, o ministério se encontra todos os sábados no Parque Treze de Maio, no centro de Recife. Os jovens se reúnem como uma roda de conversa, mas sem se caracterizar como uma liturgia ou como uma extensão da igreja institucional. “Muita gente se surpreende pelo fato de sermos cristãos e conversarmos com eles sem forçar a barra para que se convertam”, comenta Góis.

PRESENÇA NOTADA

Para o missionário e pastor presbiteriano Ronaldo Lidório, parte da frustração de setores da Igreja vem justamente daquela expectativa superestimada em relação ao seu papel na evangelização do mundo, que acabou não se concretizando: “Pensamos que rapidamente encontraríamos uma veia missionária comparada à da Coréia do Sul, o que ainda não aconteceu”, reconhece. Mesmo assim, ressalva, existe um outro lado. “Creio que corremos perigo ao focarmos somente nas negligências. É certo que a Igreja nacional caminha com bons passos”. Ele cita como exemplo a presença evangélica em povos indígenas, setor no qual seu trabalho é respeitadíssimo. Além de ter vivido por dez anos entre o povo konkomba, de Gana (África), ele agora está envolvido com o Projeto Amanajé, de evangelismo e assistência a indígenas na Amazônia. “A Igreja atua em 182 etnias indígenas e coordena quase 260 programas sociais entre esses povos”, enumera. “Além disso, comunidades ribeirinhas, até pouco tempo esquecidas pelas igrejas, hoje contam com dezenas de programas cristãos, tanto de evangelização como de ação social.”
Lidório destaca ainda o trabalho de organizações regionais, como a Juventude Evangélica da Paraíba (Juvep), que tem plantado igrejas e centros de atendimento popular pelo Nordeste. “O sertão hoje possui menos da metade das áreas não evangelizadas em relação ao quadro de 15 anos atrás, e essa mobilização se deu a partir de iniciativas como a Juvep e outros programas dedicados aos sertanejos”. Já na área transcultural – a mais conhecida e romantizada do trabalho missionário, que envolve a figura clássica do obreiro que larga sua terra para pregar o Evangelho num canto qualquer do mundo –, Lidório garante que as igrejas e agências brasileiras também marcam presença. “Jamais tivemos tantos missionários no exterior como em nossos dias, e não é incomum encontrarmos hoje brasileiros ocupando posições de liderança em equipes e missões na África e na Ásia”, informa. Pelas estatísticas disponíveis, hoje atuam cerca de 2,3 mil missionários brasileiros no exterior, espalhados por mais de 50 países. “A Igreja brasileira é uma das maiores representações de ações missionárias na atualidade, embora o número de obreiros e de ações missionárias seja realmente bem menor do que poderia e deveria ser”, conclui Ronaldo Lidório.
No entender do especialista em missiologia Diego Almeida, ministérios como o VER têm se tornado cada vez mais comum, não somente no Brasil, mas em diversos países. “Quando a Igreja não investe nos vocacionados, eles se preparam por conta própria”. Foi justamente o caso da estudante de psicologia e funcionária pública Quésia Cordeiro, de 23 anos. Após decidir dedicar-se às missões após os congressos temáticos de que participou, ela não recebeu nenhum suporte para dar os passos seguintes na preparação. “Não recebi nenhuma capacitação os discipulado. Tive que correr atrás para manter a chama acesa”, conta a jovem. Com conhecimento próprio, ela constata: “O despertamento para a obra missionária não é uma coisa contínua, mas pontual, restrita a conferências e eventos.” Para Almeida, mesmo que as igrejas não mostrem a Palavra de Deus, ela acaba se cumprindo de outras formas – “O triste é ver que a instituição criada para apresentar Jesus ao mundo não faz parte desse processo”, lamenta o professor.

“Nossa missão é implantar o Reino de Deus”

Para o bispo Ayres, entender missões como mero proselitismo é atitude reducionista.
Especialista em missiologia, tendo atuado como evangelista em Portugal e no Nordeste brasileiro, Paulo Ayres é hoje bispo emérito de sua denominação, a Igreja Metodista, e professor de teologia e história eclesiástica. Ele falou com CRISTIANISMO HOJE sobre o panorama evangélico brasileiro em relação à missão integral da Igreja.

CRISTIANISMO HOJE – Ao mesmo tempo em que a Igreja brasileira cresce numericamente, o conhecimento e envolvimento com missões parece decrescer a cada geração. Por quê? 

PAULO AYRES – O crescimento numérico do povo evangélico brasileiro, em minha opinião, não tem sido acompanhado de um maior compromisso missionário em todos os campos da vida brasileira que reclamam um eficaz testemunho evangélico. As igrejas evangélicas brasileiras, em sua maioria, têm uma visão reducionista sobre o que é missão, entendendo-a mais em termos de evangelismo visando à conversão individual. Outras dimensões missionárias, como o serviço cristão aos necessitados, o ensino na doutrina dos apóstolos, o testemunho público do Evangelho, a ética e a moral cristãs (a práxis do Evangelho), ou até mesmo o culto, ainda que consideradas como importantes por algumas igrejas, acabam, na prática missionária, sendo somente – quando muito – andaimes secundários para a conversão individual.
Qual o resultado prático desse panorama?
Essa visão reducionista faz com que missão seja entendida e praticada mais como estratégias para conquistar almas para Cristo do que realmente levar à frente o objetivo de sinalizar a presença do Reino de Deus no mundo. Daí a obsessão pelo crescimento numérico das igrejas – melhor dizendo, das denominações – a qualquer custo, mesmo em detrimento dos valores maiores do Evangelho. É por isso que o crescimento numérico dos evangélicos brasileiros, apesar da extraordinária transformação na vida pessoal de milhões de pessoas, não tem causado maior impacto transformador em nossa sociedade.
O que fazer para mudar esse quadro de crescimento sem transformação social?
Creio que precisamos, com urgência, de uma nova reforma no evangelismo brasileiro, que deverá ter como seu centro a compreensão e a prática da missão como obra de Deus na implantação do seu Reino entre nós. Se deixarmos de lado a obra humana forjada nas regras do mercado e da exacerbada competição institucional entre as igrejas, contribuiremos para a construção de uma sociedade com alto padrão espiritual e ético, segundo a maneira de ser exposta por Jesus no Sermão do Monte.
Presença missionária brasileira
2.300 é o número aproximado de missionários brasileiros no exterior
50 são os países onde eles atuam
600 deles são ligados à Junta de Missões Mundiais da CBB
Vi isso no Blog do Lino Título: O crescente desinteresse brasileiro por missões

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas- "A MAIS EXATA" DAS VERSÕES DA BÍBLIA

 

Para avaliar a confiabilidade da obra dos tradutores, o erudito Dr. Jason D. BeDuhn, professor-associado de estudos religiosos da Universidade do Norte do Arizona, em Flagstaff, Arizona, Estados Unidos, examinou e comparou a exatidão de oito importantes traduções, inclusive a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.

BeDuhn classificou-a como "notavelmente boa", "muito melhor" e "consistentemente melhor" do que algumas das outras avaliadas. De modo geral, concluiu BeDuhn, a Tradução do Novo Mundo "é uma das traduções em inglês mais exatas do Novo Testamento que estão disponíveis" e "a mais exata das traduções que foram comparadas". BeDuhn disse também que muitos tradutores estavam sujeitos à pressão de "parafrasear o que a Bíblia diz ou de fazer acréscimos para harmonizá-la com o que os leitores modernos querem e precisam que ela diga". Por outro lado, a Tradução do Novo Mundo é diferente, observou BeDuhn, por ser "mais exacta como tradução literal e conservar as expressões originais dos escritores do Novo Testamento".


S. MACLEAN GILMORE: "Em 1950 as Testemunhas de Jeová publicaram o Novo Testamento de sua Tradução do Novo Mundo, e a preparação da tradução do Velho Testamento está agora bem avançado. A Edição do Novo Testamento foi feita por uma comissão... que possui uma competência incomum em Grego." (The Andover Newton
Quarterly, September 1966, Vol 7, #1 page 25, 26)


EDGAR FOSTER: (Classics Major, Lenoir-Rhyne College)
"Antes de eu começar a estudar Grego formalmente, Eu simplesmente comparei a Tradução do Novo Mundo com léxicos, comentários, e outras traduções para tentar determinar a sua exatidão. Ela passou pelo teste litmus e também passa no teste agora para mim...A TNM é uma tradução muito boa. Em minha mente, ela é uma tradução de
excelência.. Mas me sinto mais confortável com a RSV ou uma
NASB.Na maior parte eu prefiro o meu texto Grego da UBS."



THOMAS N. WINTER: (Thomas N. Winter taught Greek at the University of Nebraska). "Eu acho que é uma ajuda bastante útil e legitima para a formação do Grego Koine (e clássico). Depois de examinar uma cópia ,eu equipei diversos alunos de Grego do Segundo ano com ela com um teste auxiliar. Depois de aprenderem a pronuncia correta, um estudante motivado poderia provavelmente aprender o koine somente desta fonte. ...a tradução feita por esta comissão anônima é bastante atual e consistentemente exata. ...Em suma ,quando uma testemunha vem a porta, o estudante de Grego classista, bem como um estudante da Bíblia faria bem em fazer um pedido." (The Classical Journal, "The Kingdom Interlinear", April-May 1974, pages 375, 376)

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