Que bom ver voce por aqui! Deus o abençoe.

"O Senhor teu Deus esta no meio de ti,"

Que conforto maravilhoso saber que Deus esta em nosso meio.
Foi o que Cristo ensinou ao seus discipulos na narrativa de Mateus 8. 23 - 27.
Se os discipulos realmente vivessem a fé, não se intimidariam com a tempestade
que surrava o barco; a presença de Cristo, mesmo dormindo seria o bastante para
encorajar os corações daqueles homens.

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sábado, 10 de setembro de 2011

O Grande desinteresse brasileiro por missões Evangélicas




 “Todo cristão que não é missionário é um impostor”

Na mesma época em que se projetava um desenvolvimento glorioso para a economia nacional – o chamado “milagre econômico” dos anos 1960 e 70 –, outro setor do país, a Igreja Evangélica, também experimentava tempos de intensa euforia. Abarrotadas de jovens atraídos por uma mensagem cristã atenta aos seus anseios, as congregações faziam planos dourados para o futuro. A idéia geral era transformar o país no celeiro da obra missionária global. Difícil era encontrar igreja que não tivesse um departamento de missões e planos de enviar obreiros para ganhar o mundo para Cristo. A mensagem escatológica, então em alta nos púlpitos, era uma só: pregar o Evangelho a toda criatura, a fim de que o Senhor voltasse depressa. Organizações missionárias surgiam a cada dia, atraindo gente que desejava dedicar a vida à boa obra.
No entanto, neste início da segunda década do século 21, o que se nota é que, se tudo não passou de mero entusiasmo – os números vigorosos da presença missionária brasileira mostram que não –, a situação atual é bem diversa daquela que a geração anterior projetou. Missão rima com visão e ação, e as duas palavras andam bem distantes da maioria das igrejas evangélicas brasileiras, segundo especialistas em missiologia. Mesmo com o acelerado crescimento numérico dos que professam a fé evangélica no país, que seriam quase 20% dos brasileiros de acordo com projeções baseadas em dados oficiais, o envolvimento dos crentes nacionais com a obra missionária, em todas as suas instâncias – seja social ou evangelística –, segue a passos bem mais lentos.
O conhecimento das demandas missionárias é exposto em cada campanha ou congresso. Testemunhos são derramados nos púlpitos, levando a muita comoção e decisões pessoais. Passado algum tempo, contudo, os compromissos assumidos por um maior envolvimento com a obra de evangelização e intervenção social se esfriam e a missão de alcançar o mundo com o amor de Cristo fica a cargo dos missionários de carreira – isso quando obreiros enviados não são simplesmente esquecidos no campo. “Infelizmente, o jargão de que cada cristão é um missionário está sendo esquecido. A ênfase em muitas igrejas é pelo crescimento da congregação local”, atesta o professor Diego Almeida, docente do mestrado em missiologia do Seminário de Educação do Recife (PE).           “O serviço acaba concentrado nas mãos de profissionais.”
Para o pastor José Crispim Santos, promotor setorial da Junta de Missões Mundiais da Convenção Batista Brasileira (CBB) – uma das maiores organizações missionárias do mundo, com mais de 600 obreiros no campo –, a Igreja brasileira está bem inteirada acerca dos desafios missionários da atualidade, mas as ações ainda não são suficientes para o tamanho deles. “Há muitas agências missionárias divulgando o tempo todo, além da mídia que noticia fatos que demonstram o sofrimento humano, físico e espiritual ao redor do planeta. Nossa avaliação é que, diante deste cenário de grande carência espiritual, a Igreja tem dado sua contribuição – entretanto, isso é insuficiente, quando a missão é, de fato, tornar Cristo conhecido em toda a Terra”.

DISCURSO E PRÁTICA

O que parece evidente na paradoxal situação da Igreja evangélica brasileira, um contingente com enorme potencial humano e financeiro, mas pouco utilizado quando o assunto é o “Ide” de Jesus; é que a miopia missionária passa pela liderança – uma barreira difícil de ser transposta, conforme relatado por gente que trabalha em ministérios e departamentos específicos. Essa tendência à inação, alimentada pela valorização de outras prioridades, acaba contaminando o rebanho. Quando a visão do líder não passa das paredes do templo, dificilmente a igreja desenvolve alguma intervenção importante, até mesmo em sua comunidade. “De fato, quando o dirigente tem visão e é entusiasmado com a obra missionária, a igreja tende a acompanhá-lo. Da mesma forma, o inverso é verdadeiro. Entretanto, há algumas exceções; quando a igreja possui promotores de missões, esses batalhadores realizam verdadeiros milagres”, continua Crispim.
Acontece que a própria estrutura de funcionamento das igrejas, muitas vezes baseado em decisões de poucas pessoas, quando não apenas de um líder centralizador, torna ainda mais difícil o convencimento de que a missão é de toda pessoa que um dia recebeu a Cristo como Salvador. “Dentro do atual quadro religioso brasileiro, creio que o nosso exacerbado clericalismo é um enorme obstáculo para uma compreensão e prática da obra missionária em termos de missão integral”, atesta o professor de teologia e história eclesiástica da Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo, Paulo Ayres. Mas as barreiras para se desenvolver uma ação missionária mais eficiente, ainda que possam nascer no clero, também são agravadas pelo perfil do crente contemporâneo. “Hoje, grande parte dos membros de nossas congregações é constituída mais por assistentes passivos e clientes em busca de produtos religiosos do que irmãos e irmãs na fé com forte compromisso e prática missionárias, especialmente em suas atividades cotidianas no mundo secular onde vivem e trabalham”, avalia o religioso, que é bispo emérito da Igreja Metodista do Brasil.
No seu entender, a Igreja tem utilizado estratégias equivocadas. Por outro lado, Ayres lembra que é muito mais cômodo terceirizar o compromisso missionário do que executá-lo pessoalmente, ainda que a missão específica possa ser realizada no próprio bairro onde se reside. “É mais cômodo contribuir para enviar um missionário ao Cazaquistão ou a Guiné-Bissau do que ir pessoalmente, no poder do Espírito Santo, trabalhar como voluntário no Piauí ou na Cracolândia, em São Paulo, ainda que seja por um curto período de tempo, como evangelista, obreiro com crianças, dentista ou trabalhador social”, comenta. Assim, além da omissão do Corpo de Cristo por falta de conhecimento ou disposição, a Igreja corre riscos de ter seu trabalho missionário hipertrofiado na medida em que se transmite toda a responsabilidade do serviço cristão para as agências especializadas – um problema acentuado principalmente em comunidades de fé ligadas a grandes associações missionárias.

MOBILIZAÇÃO

Do tripé normalmente exposto nos eventos temáticos de missões (“contribuir, orar e ir”), em geral só se desenvolve mais efetivamente o primeiro, e ainda assim em patamares muito abaixo do que as igrejas poderiam fazer. Um levantamento feito pela Missão Horizontes apontou que o investimento médio per capita  do crente brasileiro em missões durante um ano inteiro é menor do que o preço de uma latinha de Coca-Cola – algo em torno de irrisórios R$ 2,50.  Para o missionário e pastor batista Ricardo Magalhães, que atua em Portugal a serviço da Missão Cristã Européia ao lado da mulher e também obreira Priscila, a escassez de investimento no setor missionário está mais atrelada à falta de visão do que de recursos. “De maneira geral, a Igreja brasileira não tem problemas com finanças, porque ela sabe se mexer para gerar fundos quando quer e para o que quer. E isso, quando se sabe que não há falta de pessoas querendo ir aos campos: inúmeros missionários só aguardam recursos para ir”, completa. Assim, o aspecto da oração, sem a visibilidade e sem o apelo de outros ministérios da igreja, fica naturalmente reduzido a pequenos grupos.
De olho na mobilização da igreja para orar, uma das ações das diversas organizações missionárias é publicar sempre em seus boletins os motivos de intercessão nos campos, pelos missionários e pelos desafios a serem superados. A JMM já utiliza até mesmo mensagens de SMS para pessoas cadastradas, que recebem torpedos com pedidos urgentes de intercessão. Já o terceiro passo, o de ir, é o maior desafio. Seja para pequenas viagens missionárias ou para partir definitivamente rumo ao campo, entre o desejo, o chamado, a preparação e a missão há de fato uma longa trajetória geralmente não concluída. Não são poucos os casos de vocações que se esfriam até mesmo dentro dos seminários, ou de leigos envolvidos com a obra serem sufocados com o ativismo religioso. É gente bem intencionada que acaba direcionando seu tempo, recursos e esforços mais para dentro do que para fora da igreja.
“As comunidades evangélicas têm caído em um dos dois extremos: ou elas se fecham a um diálogo com a sociedade ou se abrem excessivamente para uma vontade popular, abraçando um discurso econômico de prosperidade”, sustenta o missionário Alesson Góis, da Igreja Congregacional, que coordena o ministério independente Vidas em Restauração (VER). “O mundo não precisa de um cristianismo pregado, mas vivido. Todo cristão que não é um missionário é um impostor, pois é muito egoísta receber toda a graça e amor de Deus e não compartilhá-los com o próximo”. Envolvendo cerca de 60 jovens de diversas denominações, entre batistas, presbiterianos, congregacionais e membros de igrejas diversas como a Assembléia de Deus e a Sara Nossa Terra, o ministério se encontra todos os sábados no Parque Treze de Maio, no centro de Recife. Os jovens se reúnem como uma roda de conversa, mas sem se caracterizar como uma liturgia ou como uma extensão da igreja institucional. “Muita gente se surpreende pelo fato de sermos cristãos e conversarmos com eles sem forçar a barra para que se convertam”, comenta Góis.

PRESENÇA NOTADA

Para o missionário e pastor presbiteriano Ronaldo Lidório, parte da frustração de setores da Igreja vem justamente daquela expectativa superestimada em relação ao seu papel na evangelização do mundo, que acabou não se concretizando: “Pensamos que rapidamente encontraríamos uma veia missionária comparada à da Coréia do Sul, o que ainda não aconteceu”, reconhece. Mesmo assim, ressalva, existe um outro lado. “Creio que corremos perigo ao focarmos somente nas negligências. É certo que a Igreja nacional caminha com bons passos”. Ele cita como exemplo a presença evangélica em povos indígenas, setor no qual seu trabalho é respeitadíssimo. Além de ter vivido por dez anos entre o povo konkomba, de Gana (África), ele agora está envolvido com o Projeto Amanajé, de evangelismo e assistência a indígenas na Amazônia. “A Igreja atua em 182 etnias indígenas e coordena quase 260 programas sociais entre esses povos”, enumera. “Além disso, comunidades ribeirinhas, até pouco tempo esquecidas pelas igrejas, hoje contam com dezenas de programas cristãos, tanto de evangelização como de ação social.”
Lidório destaca ainda o trabalho de organizações regionais, como a Juventude Evangélica da Paraíba (Juvep), que tem plantado igrejas e centros de atendimento popular pelo Nordeste. “O sertão hoje possui menos da metade das áreas não evangelizadas em relação ao quadro de 15 anos atrás, e essa mobilização se deu a partir de iniciativas como a Juvep e outros programas dedicados aos sertanejos”. Já na área transcultural – a mais conhecida e romantizada do trabalho missionário, que envolve a figura clássica do obreiro que larga sua terra para pregar o Evangelho num canto qualquer do mundo –, Lidório garante que as igrejas e agências brasileiras também marcam presença. “Jamais tivemos tantos missionários no exterior como em nossos dias, e não é incomum encontrarmos hoje brasileiros ocupando posições de liderança em equipes e missões na África e na Ásia”, informa. Pelas estatísticas disponíveis, hoje atuam cerca de 2,3 mil missionários brasileiros no exterior, espalhados por mais de 50 países. “A Igreja brasileira é uma das maiores representações de ações missionárias na atualidade, embora o número de obreiros e de ações missionárias seja realmente bem menor do que poderia e deveria ser”, conclui Ronaldo Lidório.
No entender do especialista em missiologia Diego Almeida, ministérios como o VER têm se tornado cada vez mais comum, não somente no Brasil, mas em diversos países. “Quando a Igreja não investe nos vocacionados, eles se preparam por conta própria”. Foi justamente o caso da estudante de psicologia e funcionária pública Quésia Cordeiro, de 23 anos. Após decidir dedicar-se às missões após os congressos temáticos de que participou, ela não recebeu nenhum suporte para dar os passos seguintes na preparação. “Não recebi nenhuma capacitação os discipulado. Tive que correr atrás para manter a chama acesa”, conta a jovem. Com conhecimento próprio, ela constata: “O despertamento para a obra missionária não é uma coisa contínua, mas pontual, restrita a conferências e eventos.” Para Almeida, mesmo que as igrejas não mostrem a Palavra de Deus, ela acaba se cumprindo de outras formas – “O triste é ver que a instituição criada para apresentar Jesus ao mundo não faz parte desse processo”, lamenta o professor.

“Nossa missão é implantar o Reino de Deus”

Para o bispo Ayres, entender missões como mero proselitismo é atitude reducionista.
Especialista em missiologia, tendo atuado como evangelista em Portugal e no Nordeste brasileiro, Paulo Ayres é hoje bispo emérito de sua denominação, a Igreja Metodista, e professor de teologia e história eclesiástica. Ele falou com CRISTIANISMO HOJE sobre o panorama evangélico brasileiro em relação à missão integral da Igreja.

CRISTIANISMO HOJE – Ao mesmo tempo em que a Igreja brasileira cresce numericamente, o conhecimento e envolvimento com missões parece decrescer a cada geração. Por quê? 

PAULO AYRES – O crescimento numérico do povo evangélico brasileiro, em minha opinião, não tem sido acompanhado de um maior compromisso missionário em todos os campos da vida brasileira que reclamam um eficaz testemunho evangélico. As igrejas evangélicas brasileiras, em sua maioria, têm uma visão reducionista sobre o que é missão, entendendo-a mais em termos de evangelismo visando à conversão individual. Outras dimensões missionárias, como o serviço cristão aos necessitados, o ensino na doutrina dos apóstolos, o testemunho público do Evangelho, a ética e a moral cristãs (a práxis do Evangelho), ou até mesmo o culto, ainda que consideradas como importantes por algumas igrejas, acabam, na prática missionária, sendo somente – quando muito – andaimes secundários para a conversão individual.
Qual o resultado prático desse panorama?
Essa visão reducionista faz com que missão seja entendida e praticada mais como estratégias para conquistar almas para Cristo do que realmente levar à frente o objetivo de sinalizar a presença do Reino de Deus no mundo. Daí a obsessão pelo crescimento numérico das igrejas – melhor dizendo, das denominações – a qualquer custo, mesmo em detrimento dos valores maiores do Evangelho. É por isso que o crescimento numérico dos evangélicos brasileiros, apesar da extraordinária transformação na vida pessoal de milhões de pessoas, não tem causado maior impacto transformador em nossa sociedade.
O que fazer para mudar esse quadro de crescimento sem transformação social?
Creio que precisamos, com urgência, de uma nova reforma no evangelismo brasileiro, que deverá ter como seu centro a compreensão e a prática da missão como obra de Deus na implantação do seu Reino entre nós. Se deixarmos de lado a obra humana forjada nas regras do mercado e da exacerbada competição institucional entre as igrejas, contribuiremos para a construção de uma sociedade com alto padrão espiritual e ético, segundo a maneira de ser exposta por Jesus no Sermão do Monte.
Presença missionária brasileira
2.300 é o número aproximado de missionários brasileiros no exterior
50 são os países onde eles atuam
600 deles são ligados à Junta de Missões Mundiais da CBB
Vi isso no Blog do Lino Título: O crescente desinteresse brasileiro por missões

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas- "A MAIS EXATA" DAS VERSÕES DA BÍBLIA

 

Para avaliar a confiabilidade da obra dos tradutores, o erudito Dr. Jason D. BeDuhn, professor-associado de estudos religiosos da Universidade do Norte do Arizona, em Flagstaff, Arizona, Estados Unidos, examinou e comparou a exatidão de oito importantes traduções, inclusive a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.

BeDuhn classificou-a como "notavelmente boa", "muito melhor" e "consistentemente melhor" do que algumas das outras avaliadas. De modo geral, concluiu BeDuhn, a Tradução do Novo Mundo "é uma das traduções em inglês mais exatas do Novo Testamento que estão disponíveis" e "a mais exata das traduções que foram comparadas". BeDuhn disse também que muitos tradutores estavam sujeitos à pressão de "parafrasear o que a Bíblia diz ou de fazer acréscimos para harmonizá-la com o que os leitores modernos querem e precisam que ela diga". Por outro lado, a Tradução do Novo Mundo é diferente, observou BeDuhn, por ser "mais exacta como tradução literal e conservar as expressões originais dos escritores do Novo Testamento".


S. MACLEAN GILMORE: "Em 1950 as Testemunhas de Jeová publicaram o Novo Testamento de sua Tradução do Novo Mundo, e a preparação da tradução do Velho Testamento está agora bem avançado. A Edição do Novo Testamento foi feita por uma comissão... que possui uma competência incomum em Grego." (The Andover Newton
Quarterly, September 1966, Vol 7, #1 page 25, 26)


EDGAR FOSTER: (Classics Major, Lenoir-Rhyne College)
"Antes de eu começar a estudar Grego formalmente, Eu simplesmente comparei a Tradução do Novo Mundo com léxicos, comentários, e outras traduções para tentar determinar a sua exatidão. Ela passou pelo teste litmus e também passa no teste agora para mim...A TNM é uma tradução muito boa. Em minha mente, ela é uma tradução de
excelência.. Mas me sinto mais confortável com a RSV ou uma
NASB.Na maior parte eu prefiro o meu texto Grego da UBS."



THOMAS N. WINTER: (Thomas N. Winter taught Greek at the University of Nebraska). "Eu acho que é uma ajuda bastante útil e legitima para a formação do Grego Koine (e clássico). Depois de examinar uma cópia ,eu equipei diversos alunos de Grego do Segundo ano com ela com um teste auxiliar. Depois de aprenderem a pronuncia correta, um estudante motivado poderia provavelmente aprender o koine somente desta fonte. ...a tradução feita por esta comissão anônima é bastante atual e consistentemente exata. ...Em suma ,quando uma testemunha vem a porta, o estudante de Grego classista, bem como um estudante da Bíblia faria bem em fazer um pedido." (The Classical Journal, "The Kingdom Interlinear", April-May 1974, pages 375, 376)

Barbaridade...

Igreja Universal colocará fieis devedores no SPC e SERASA


A Igreja Universal vai enviar para o SPC/SERASA os fieis que estão com o pagamento do dízimo em atraso. A medida tomada pelos bispos com o objetivo de reduzir a inadimplência por parte dos fiéis. O departamento de finanças e arrecadação da Igreja, não informou a quantidade de inadimplentes, mas estima-se que os maus pagadores estão causando um prejuízo mensal de quase 1 bilhão de reais.

Quem estiver devendo o dízimo e não quiser ter o nome incluso no SPC/SERASA deve entrar em contato com a Universal para renegociar a dívida, podendo parcelar no cartão de crédito o débito, com taxa de juros de 7% ao mês.

Além da inclusão dos devedores no SPC/SERASA, a diretoria financeira pretende também cobrar multa pela rescisão de contrato caso um fiel troque a Universal por outra igreja.

José da Silva Rodrigues Pimenta Pereira, disse que acha justa a medida da Universal, pois vai fazer com que os fieis sejam pontuais com o dinheiro de Deus. “Eu ganho 500 reais, e pago 200 reais pra Universal, nunca atrasei um pagamento, e tem gente que ganha muito mais que eu e atrasa, não acho justo, a Universal tem que tomar uma medida mesmo”, disse José ao repórter de G17.
http://www.g17.com.br/noticia.php?id=75

Os textos a seguir não existem pra essas pessoas?!

“Faça cada um conforme tem resolvido no seu coração, não de modo ressentido, nem sob compulsão, pois Deus ama o dador animado.” (2 Coríntios 9:7; Romanos 15:26; 1 Coríntios 16:1, 2; Gálatas 2:10)

“Cristo nos livrou da maldição da Lei por meio duma compra”, disse Paulo. (Gálatas 3:10-14) Assim, a Bíblia também diz: “Cristo é o fim da Lei.” — Romanos 10:4; 6:14.

Está igual essa passagem:

“Está escrito”, exclama Jesus: “‘Minha casa será chamada casa de oração’, mas vós fazeis dela um covil de salteadores.” — Mateus 21:12, 13.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

MISSÃO TRANSFORMADORA



David Bosch
A missão na esteira do iluminismo
Neste capítulo Bosch pretende nos mostrar como o iluminismo influenciou o pensamento e a prática missionária desde o século XVII, para tanto,
faz uma rápida leitura do processo histórico que vai da Idade Média ao Iluminismo.  Dessa forma, se demonstra que houve uma mudança de paradigmas que culminou na ênfase dada aos animais, plantas e objetos, no lugar das instituições validadoras da estrutura social: Deus, igreja e nobreza.
Sete elementos constitutivos do iluminismo:
  1. Supremacia da razão. O raciocínio tornou-se o ponto de partida inquestionável de todo o conhecimento humano.
Separação entre sujeito e objeto. Através da separação do ser humano do seu objeto de pesquisa (animal, mineral e vegetal), podia-se examinar e estudar o mundo a nossa volta, inclusive o próprio ser humano. Isto culminou na ênfase dada à “parte” em detrimento do “todo”.
  1. Eliminação do propósito. Eliminando-se o propósito, ou o “porque” e “para que” as coisas existem, trabalha-se com ênfase nos efeitos. Estes são passivos de explicação.
  2. Otimismo no progresso. Foi a grande força motriz a partir da qual, acreditava-se que se desenvolveria sempre para melhor, e que os benefícios seriam compartilhados com todas as nações, inclusive as que estavam em desenvolvimento, e que poderiam contar com a ajuda das nações ricas.
  3. Distinção entre fator e valor. “Aos fatos se contrapõem os valores, baseados não no conhecimento, mas na opinião, na crença. Não é possível contestar fatos: valores, por seu turno, são uma questão de preferência e opção”.
  4. A crença de que todos os problemas, a princípio, são solucionáveis. Se não existia uma solução era porque ainda não se conheciam os dados necessários para tal.
  5. Os seres humanos são indivíduos emancipados e autônomos. Havia fé na humanidade. Logo, cada indivíduo deveria ser livre para fazer suas próprias escolhas.
De acordo com o autor, depois de todas essas mudanças o cristianismo também passou a ser diferente. Se antes a vida em todos os seus desdobramentos era regida pela religião, quem dava as cartas agora era o ser humano. O cristianismo, religião mais influente no ocidente de então, foi submetido à grande relativização e colocado ao lado de outras religiões. Para provar a influência do Iluminismo sobre o cristianismo, o autor utiliza-se das sete características citadas acima, mostrando-nos como elas mudaram o cristianismo.
Conseqüências dos sete elementos constitutivos do iluminismo no cristianismo:
  1. Supremacia da razão. “A razão suplantou a fé”. Dessa forma, foram exigidas da teologia e da igreja algumas respostas, Bosch destaca cinco:
    1. Separação entre religião e razão. Colocando a religião no campo das emoções e experiências.
    2. Privatização da religião. Tornando-a uma questão pessoal.
    3. Declaração da religião como ciência. Difundida principalmente entre teólogos.
  2. Supremacia da razão. “A razão suplantou a fé”. Dessa forma, foram exigidas da teologia e da igreja algumas respostas, Bosch destaca cinco:
    1. Criação de uma sociedade cristã. Tornando a religião cristã a oficial do Estado.
    2. Adaptação à sociedade secular. Segundo o autor, de certa forma, essa resposta foi “uma modernização do deísmo do século XVII”.
  3. Separação entre sujeito e objeto. A aplicação à teologia daquilo que se fazia com as ciências naturais foi sentida principalmente na área da pesquisa bíblica.
  4. Eliminação do propósito. A conseqüência dessa característica é clara no pensamento religioso atual, o qual se tornou extremamente pragmático e preocupado com resultados ou invés do propósito.
  5. Otimismo no progresso. Evidente no triunfalismo cristão moderno.
  6. Distinção entre fator e valor. Colocou a religião cristã ao lado das outras religiões, as quais representavam apenas valores diferentes, e que, portanto, poderiam ser escolhidas de acordo com a preferência.
  7. Todos os problemas, a princípio, são solucionáveis. Segundo o autor, “esse dogma excluiu os milagres e quaisquer outros acontecimentos inexplicáveis”.
Os seres humanos são indivíduos emancipados e autônomos. Cada indivíduo estava apto para discernir a verdade e fazer suas próprias escolhas.
A partir disso, o autor pode concluir que essas reações “eram, em última análise, condicionadas e, inclusive, ditadas por ele [o paradigma iluminista]”. Sendo impossível voltar para o período anterior ao advento iluminista, cabendo a nós aprendermos a lidar com as transformações efetuadas.
Supunha-se que o iluminismo fosse criar um mundo de pessoas iguais, um mundo em que a solidez da razão humana indicaria o caminho para a felicidade e a abundância universal. Isso não se materializou. Ao contrário, as pessoas ficaram temerosas e frustradas como nunca antes.

Jesus, o missionário de Deus



O mundo de Jesus
          Gregos: Deram a língua que proporcionou um anuncio ‘universal’ do evangelho.
          Romanos: A partir da PAX Romana possibilitaram a divulgação de idéias.
Judeus: Entregaram a estrutura religiosa na qual o evangelho se desenvolveu
Sob o domínio do Império Romano
        Augusto (27 a.C. – 14 d.C)
        Tibério (14 – 37 a.D.)
        Calígula (37 – 41 a.D.)
        Cláudio (41 – 54 a.D.)
        Nero (54 – 68 a.D.)
        Vespasiano (69 – 79 a.D.)
        Tito (79 – 81 a.D.)
        Domiciliano (81 – 96 a.D.)
Palestina administrada
pelos Herodes:
        Herodes, o Grande (37 a.C. – 4 d.C)
                               Mt 2.1-19
        Arquelau  Mt 2.19-23
(Judéia, Samaria, Induméia)
        Herodes Filipe II  Lc 3.1
(Ituréia, Traconites)
        Herodes Antipas
(Peréia, Galiléia)
                Mt 14.1-12; Mc 6.14-29; Lc 237-12
Desenvolvimento Social
          Hasmoneus, ou Macabeus:
                Consolidaram a dinastia entre (142 – 37 a.C) através de Judas, Jonatas e Simão. Com o passar do tempo aliaram-se aos romanos, mantendo o controle sobre o templo e o sumo-sacerdócio. À época de Jesus ficaram conhecidos como Saduceus.
          Saduceus:
                Eram aristocratas, não numerosos, mas extremamente poderosos. Rejeitavam qualquer escrito que não fosse a Torá, bem como qualquer doutrina que não estivesse presente nela, como a ressurreição.
          Zelotes:
                Grupo separatista que procurava libertar Israel através da revolta armada
          Fariseus:
                Partido da Sinagoga, reinterpretaram a Lei e estabeleceram regras para que essa pudesse ser cumprida. Pregavam uma observância rigorosa das tradições e costumes. Eram poucos e tinham o apoio da população.
          Escribas:
                Homens letrados, responsáveis por copiar e ensinar a Torá. 
          Essênios:
                Seita acética que se isolava em lugares desertos. “De modo semelhante aos fariseus, ressaltavam a rigorosa observância da lei, mas consideravam o sacerdócio do templo corrupto, rejeitando boa parte do ritual do templo e do sistema sacrificial. Praticavam uma fé apocalíptica relembrando as contribuições do seu ‘Mestre da Justiça’”. 
Relato dos Evangelhos
          Os Sinóticos (syn – junto com; optic – vendo = vendo em conjunto): Mateus, Marcos e Lucas
        Por que existem três evangelhos com textos tão parecidos?
        Por que textos semelhantes estão em contextos diferentes?
        Como foram escritos?
          Mt contém 91% de Mc; e Lc 53% de Mc
          A melhor hipótese é a da teoria das Duas Fontes.
Sinóticos
          Teoria das Duas Fontes:
        Marcos é o evangelho mais antigo.
          Mais Breve
          Estilo canhestro e primitivo de Marcos
          Correspondências de palavras entre Marcos e Mateus, e Marcos e Lucas, mas dificilmente entre Mateus e Lucas.
          A ordem dos acontecimentos
          Teologia mais primitiva de Marcos
          Teoria das Duas Fontes:
        Além de Marcos, Mateus e Lucas usaram uma hipotética fonte “Q”.
        “Q” seria uma coletânea de declarações de Jesus.
          Existem aproximadamente 250 versículos comuns a Mateus e Lucas que não estão em Marcos.
          Q ou Quelle = fonte em alemão
          Teoria das Duas Fontes:
Portanto, Marcos e “Q” seriam as duas fontes usadas por Mateus e Lucas.
          Temas comuns aos evangelhos:
         Descrição da vida de Jesus.
         Apresentam Jesus como o Messias que inaugura o Reino de Deus na terra.
         Reino de Deus.
Relato dos Evangelhos
          Reino de Deus:
        Se cumpre na presença de Jesus.
        Vive na tensão entre o “já” e o “ainda não”, da ressurreição à parousia.
        Se opõem ao reino de satanás
        Através dos milagres e sinais se demonstra a vitória sobre o reino de satanás.
        Não pode ser vencido por meios humanos (que estão corrompidos pelo inimigo), mas pela graça e misericórdia.
          Milagres:
“Eles devem ser entendidos como manifestações do reino de Deus, efetivamente presente em Jesus, e como tais, prenúncios da vindoura ação de Deus na ressurreição. Ao estabelecimento do reino se opõem potestades deste mundo, o poder satânico-demoníaco, o pecado, a enfermidade, a morte”
W. Künneth
“O que, porém, ele (Jesus) quis e o que seus apóstolos deveriam fazer foi o seguinte: erigir sinais do reino e, desse modo, revelar ao mundo que, a princípio, o outro reino está vencido. Com isso ficava confirmada a pregação de que ele é o Senhor de todos os senhores e, simultaneamente, o Senhor da vida humana. Ele não usou o milagre para proporcionar ao ser humano uma humanidade em sentido autônomo, e, sim, justamente para romper a autonomia de um mundo separado de Deus e vincular a pessoa a Deus”
George Vicedom
Portanto, Jesus é o enviado, apóstolo, missionário mandado por Deus Pai para restabelecer o reino. Isso acontece através de sua morte e ressurreição, e, assim como ele é enviado, envia seu grupo de discípulos, para que testemunhem repetindo as palavras e atitudes que viram em Jesus.
Evangelho de João
          Usa filosofia grega popular
         Havia uma preocupação com o arche = começo
        Logos ou o Verbo era um tema comum a gregos e judeus
        Trabalha com opostos trevas e luz, espírito e corpo, etc.
        “Eu sou ...”
         Parácleto, o Espírito
        O enviado

As Marcas da Missão de Deus no AT



Do mundo todo para um só povo
          Povos vizinhos:
Politeístas: visão de mundo baseada no ciclo natural e subordinada às forças da natureza que eram controladas pelos deuses.
“O pagão é um individualista que faz uso de meios elaborados de adoração somente para alcançar a sua própria tranquilidade, integração e segurança. Vive ensimesmado e sua visão não contempla a eternidade de Deus. Consequentemente, quando sua tranquilidade é abalada nos tempos de crise não tem para onde voltar” (Wright, O Deus que age)
          Israel:
Monoteísta: visão de mundo baseada na eleição e nas promessas de Deus, as quais se cumprem a partir de atos salvíficos, nos quais a natureza se mostra subordinada.
“O centro da atenção do homem, conforme a acepção bíblica, não estava no ciclo da natureza, mas no que Deus tinha feito, estava fazendo e ainda estava por fazer, de acordo com a sua intenção declarada. Assim, a promessa e o cumprimento tornam-se o tema fundamental da Bíblia” (Wright, O Deus que age)
Para Pensar:
Outrossim, a Igreja tem proclamado um Evangelho sob a forma de pietismo individualista e nos moldes da ‘experiência espiritual’, separado quase inteiramente da vida comum e do programa de Deus na História. Enquanto isso, acentua a oração e faz promessas sobre a imortalidade da alma. Não é que elas sejam totalmente errôneas no seu próprio quadro, mas estão abstraídas da contextura total da Bíblia. Nas formas em que se apresentam, elas demonstram um retrocesso à ‘normalidade’ pagã, a um culto individualista, egoísta e utilitário, que não tem embasamento na eleição, na promessa e no cumprimento. A questão crucial é se tal fé poderá sobreviver melhor do que todas as formas de politeísmo antigo. Falsificada nestes moldes, a fé não é uma luxúria só dos prósperos?”
(Wright, O Deus que age)

História de Missões



A história do cumprimento do mandato de Jesus de se fazer discípulos de todas as nações confunde-se com a história do Cristianismo. Como não poderia deixar de ser, ao fazer missões, a Igreja cresce. Ao longo da história, tivemos vários períodos distintos, e muitos nomes se destacaram como homens e mulheres de valor. O Pr. Bertil Ekström, em seu livro “História de Missões” nos cita uma longa lista deles. Também, segundo Bertil, os discípulos de Jesus tomaram o seguinte rumo:
·         João - na Ásia
·         Pedro - em Ponto, Galácia, Bitínia e Capadócia
·         Mateus - outras nações
·         Bartolomeu – Índia
·         Tomé - entre os partos (Iran, Iraque, Paquistão), Índia
·         Marcos - no Egito
·         Simão, o zelote - na Pérsia
·         Tiago, o grande - na Espanha
·         Tiago, o justo - na Arábia
·         Filipe - na Frigia"
Após a Reforma Religiosa de Martinho Lutero, surgiram alguns grupos que tentaram reiniciar missões protestantes:
OS PURITANOS - o nome é originado da vontade de purificar-se dos resquícios católicos romanos. A idéia puritana expandiu-se também para a purificação da sociedade por parte dos seus seguidores. Um dos mais famosos puritanos é John Bunyan, autor de “O Peregrino”. Em termos missionários, apenas a influência puritana deixada a algumas Igrejas foi contribuição dos puritanos. Este movimento surgiu no século XVII.
PIETISMO - Originou-se no meio da Igreja Luterana, no final de 1600, e propunha reformas à tradição protestante que já se acomodava. Phillip J. Spener (1631 - 1705) é considerado o Pai do Pietismo. Os pietistas influenciaram grandemente o trabalho missionário de sua época.
OS MORÁVIOS - Talvez sejam os mais exemplares dos movimentos missionários até hoje. De cada 60 membros, 1 era missionário, que foram enviados a todos os cinco continentes. Seu Líder era o Conde Nicolau Ludwing Zanzerdof (1700 - 1760).
Ao longo dos 1600 anos seguintes, a Igreja passou por muitas transformações, mas a partir do ano 1750, tem-se início o período de Missões Modernas, que resumimos assim: Os dois nomes mais famosos destas era, também chamada de 1º era de missões modernas são Willian Carey e Hudson Taylor.
Carey é conhecido com o pai das missões modernas. Em 1792 publicou um livro, “Uma inquisição sobre a responsabilidade dos cristãos usarem meios para a conversão dos pagãos”, que influencia vários líderes posteriormente. Foi ele que disse: “espere grandes coisas de Deus; tente grandes coisas para Deus”. Ele fundou a Sociedade Missionária Batista e seguiu para a Índia. Desenvolveu um dos mais expressivos ministérios missionários.
Hudson Taylor (1832-1905) - Filho de um farmacêutico, ainda na Inglaterra abdicou do conforto e, em 1853 viajou para China. Foi o pioneiro nas “missões de fé”. Organizou a Missão para o Interior da China. Taylor mudou dois conceitos até então não percebidos por seus antecessores: as necessidades dos povos no interior dos países e não apenas missões no litoral e, a vida pela fé no ministério. Destacou-se também pelo grande amor aos chineses e o intenso desejo de se identificar culturalmente com o povo. Outros nomes importantes são:
·         Adoniram Judson (1788 - 1850) - Missionário nas Índia e na Birmânia.
·         Robert Moffat ( 1795 - 1883) - Pioneiro em missões na África do Sul.
·         David Livingstone (1813 - 1873) - Um dos mais famosos missionários ao interior da África.
·         Robert Morrison (1782 - 1834) - Na China, foi o primeiro a traduzir a Bíblia para Chinês.
·         John Paton (1824 - 1907) - Desenvolveu um belíssimo trabalho nas Ilhas do Pacífico.
  
O puritanismo designa uma concepção da fé cristã desenvolvida na Inglaterra por uma comunidade de protestantes radicais depois da Reforma. Segundo o pensador francês Alexis de Tocqueville, em seu livro A Democracia na América, trata-se tanto de uma teoria política como de uma doutrina religiosa.
Segundo o dicionário Houaiss da língua portuguesa, o adjetivo "puritano" pode designar tanto o membro deste grupo de presbiterianos rigoristas como aquele que é rígido nos costumes, especialmente quanto ao comportamento sexual (pessoa austera, rígida e moralista).

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